Autor: G7 NOTÍCIAS

  • Alegria, cultura e aventura infantil marcam o CarnaCultura em Ribeirão Pires

    Alegria, cultura e aventura infantil marcam o CarnaCultura em Ribeirão Pires

    Evento gratuito manteve o clima de pós-Carnaval com atividades, oficinas e música no Parque Municipal

    O Parque Municipal Prof° Luiz Carlos Grecco foi palco de muita alegria, neste domingo (22), com a realização do CarnaCultura, promovido pela Prefeitura de Ribeirão Pires, por meio da Secretaria de Cultura. A programação gratuita reuniu famílias em uma tarde repleta de atividades culturais e recreativas.

    Entre os destaques estiveram a caça ao tesouro temática com o personagem Pirata Barba Negra, oficina de musicalização, argila, música voltadas ao público infantil, garantindo diversão para toda a família.

    A moradora da Quarta Divisão, Kethilyn Oliveira, participou do evento ao lado da filha Maria Cristal, 5 anos, e elogiou a iniciativa.

    “É muito legal ter essa programação. A gente não conhecia e foi uma ótima oportunidade de aproveitar a cultura e curtir esse momento juntas”, afirmou.

    Além do CarnaCultura, a cidade também contou com a animação do Bloquinho Mulheres do ABC, realizado na região central, que levou música, percussão e celebração do protagonismo feminino às ruas.

    A participante Natália Menezes da Silva, moradora de São Paulo, acompanhou o cortejo e destacou a experiência.

    “É muito divertido e muito bonito ver a força das mulheres. É um espaço de potência feminina, para dançar, celebrar e viver a cultura de forma coletiva”, contou.

    Bloquinho Mulheres do ABC é organizado por coletiva feminista e independente, formada exclusivamente por mulheres e pessoas não binárias, que atua desde 2018 na promoção e valorização da cultura popular afro-indígena brasileira, sem fins lucrativos.

  • Ribeirão Pires promove manhã de bem-estar com atividades de Reiki e Yoga

    Ribeirão Pires promove manhã de bem-estar com atividades de Reiki e Yoga

    Evento gratuito no Parque Municipal Prof. Luiz Carlos Grecco reuniu cerca de 100 participantes mesmo com manhã chuvosa e passará a ter edições mensais

    A manhã deste domingo (22) foi marcada por acolhimento, espiritualidade e cuidado coletivo em Ribeirão Pires com a realização da Roda de Reiki – Mãos que Curam.

    O encontro gratuito reuniu moradores de diferentes idades para vivências de Reiki e Yoga ao ar livre, promovendo saúde, equilíbrio emocional e conexão com a natureza. Mesmo com o tempo chuvoso, cerca de 100 pessoas foram atendidas ao longo da programação.

    Realizado em parceria entre os coletivos Saberes Ancestrais e Jardim do Alvorecer, com apoio da Prefeitura, o evento proporcionou momentos de relaxamento profundo, troca energética e consciência corporal, fortalecendo o sentimento de união entre os participantes.

    Durante a programação, o público participou de uma roda terapêutica de Reiki e de uma prática de Yoga com exercícios de respiração, alongamento e atenção plena, em um ambiente tranquilo e propício ao auto cuidado.

    Uma das participantes, Kellen Perillo, destacou a experiência vivida. “Foi incrível. Achei a proposta aos domingos muito boa, porque é um dia especial e permite que mais pessoas conheçam”, disse.

    A iniciativa também teve caráter solidário, com doação voluntária de alimentos e itens para pets destinados a ações comunitárias.

    Os organizadores informaram que a atividade passará a integrar a programação mensal da cidade, com nova edição prevista para março. A data será divulgada em breve nos canais oficiais.

  • Fundo Social de Ribeirão Pires reúne moda e solidariedade

    Fundo Social de Ribeirão Pires reúne moda e solidariedade

    Oficina gratuita, ministrada por Máyra Macedo, traz orientações práticas de costura e incentiva a doação de alimentos para famílias em vulnerabilidade

    O Fundo Social de Solidariedade de Ribeirão Pires realiza, no dia 24 de fevereiro (terça-feira), às 13h30, a oficina gratuita “O Poder do Tecido na Moda”, com a educadora e empresária digital Máyra Macedo Colantonio. A atividade será realizada na sede do Fundo Social (Avenida Francisco Monteiro, 2940) e inclui Bazar Solidário de Retalhos.

    Voltada especialmente para quem costura — seja por trabalho, renda extra ou por paixão — o encontro vai abordar, de forma acessível e prática, quais tecidos são mais indicados para cada tipo de roupa, como calcular a quantidade necessária para a confecção de diferentes peças e o que observar na hora de comprar materiais com melhor qualidade e aproveitamento. Os tecidos que estarão disponíveis no bazar foram doados pela própria Máyra e poderão ser adquiridos mediante a troca por alimentos não perecíveis, que serão destinados às ações sociais do município.

    Para a presidente do Fundo Social de Ribeirão Pires, Coquinha Zampol, a iniciativa une aprendizado e solidariedade em um mesmo gesto. “Muita gente da nossa cidade costura, produz, empreende ou quer começar. Trazer esse conhecimento de forma gratuita e ainda arrecadar alimentos que vão chegar a quem precisa é algo que nos enche de alegria. É o tipo de ação que gera oportunidade e cuidado ao mesmo tempo”, destacou.

    A participação é aberta ao público e não requer inscrição prévia.

  • Consórcio ABC avança na articulação regional com a Capital e prepara documento unificado de demandas

    Consórcio ABC avança na articulação regional com a Capital e prepara documento unificado de demandas

    Municípios estruturam pauta comum para tratar demandas de divisa com a Capital e o Governo do Estado

    O Grupo de Trabalho (GT) Divisas do Consórcio Intermunicipal Grande ABC realizou, nesta sexta-feira (20/2), reunião estratégica para tratar das pautas comuns entre a região e a Capital paulista. No encontro, foram debatidas as demandas apresentadas por oito subprefeituras da cidade de São Paulo ao Grande ABC, com foco na construção de soluções integradas para as áreas limítrofes.

    As discussões envolvem temas estruturantes para a região, como mobilidade, segurança, meio ambiente, drenagem, saneamento e ordenamento territorial. As áreas envolvem questões que exigem planejamento integrado, considerando as regiões de divisa entre os municípios e a Capital.

    O GT Divisas também irá elaborar um documento unificado com as principais demandas do Grande ABC a serem apresentadas à Prefeitura de São Paulo. A proposta é consolidar prioridades regionais e fortalecer o diálogo institucional.

    Além das tratativas com a Capital, o grupo deverá discutir, de forma conjunta, reivindicações a serem encaminhadas a órgãos estaduais estratégicos, como a São Paulo Águas (SP Águas), a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), entre outros. O objetivo é alinhar posicionamentos e ampliar a capacidade de articulação regional junto ao Governo do Estado.

    O secretário-executivo do Consórcio ABC, Aroldo Silva, ressaltou que o objetivo é intensificar a integração regional das políticas públicas entre as sete cidades e a Capital.

    “A atuação do GT Divisas reforça a estratégia do Consórcio ABC de promover soluções integradas para desafios compartilhados, fortalecendo a governança metropolitana e a cooperação intermunicipal em benefício da população do Grande ABC”, afirmou.

  • No Brasil do pequeno e do micro empreendedor, fim da escala 6 X 1 só é possível com desoneração tributária

    No Brasil do pequeno e do micro empreendedor, fim da escala 6 X 1 só é possível com desoneração tributária

    Marco Vinholi
     
    O debate sobre o eventual fim da escala 6×1 no Brasil precisa ser conduzido com serenidade, com dados concretos e com responsabilidade com a realidade econômica brasileira. E, de forma alguma, o Congresso Nacional deve se esquecer dos pequenos e dos micro empreendedores do País nesta esteira de discussão – e nem se esquivar do impacto que uma decisão desta magnitude pode ter na informalidade e no desemprego de maneira geral.
     
    Empreender no Brasil não é só fonte de sobrevivência; não é só investir num nicho, ou apostar naquilo que se faz de melhor. O dono, muitas vezes, é quem opera tudo – da Contabilidade às compras – e conta, quando muito, sobretudo no começo, com um ou nenhum colaborador.
     
    Em setores como Comércio, Alimentação, Serviços e Turismo, a dinâmica da demanda não se ajusta ao calendário tradicional. A escala 6×1, nesses casos, não é sinônimo de precarização. Pelo contrário: é instrumento de organização produtiva. Desta forma, sua extinção, sem uma transição estruturada e sem considerar as diferenças setoriais, pode significar aumento de custos, redução de competitividade e, inevitavelmente, menos vagas formais no Brasil. Há, desta forma, preocupação legítima e que não deve ser ignorada pelo segmento e nem pelo Parlamento. O detalhe no todo faz muita diferença.
     
    Defender os empreendedores não é relativizar direitos trabalhistas – é compreender que emprego só existe onde há empresa sustentável. Penso que, a matéria em tela deveria ser objeto de deliberação dos Sindicatos Patronais e Laborais de cada setor, por meio das respectivas Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs), diante das especificidades de cada segmento.
     
    Importante destacar, ainda, que, apenas os segmentos do Turismo, do Comércio e de Serviços seriam impactados com o fim da escala 6 X 1 no Brasil, já que o Mercado Financeiro e a Indústria não adotam este tipo de jornada em suas operações. É preciso refletir sobre o quanto uma medida como esta faria portas se fecharem. Sem respiro financeiro para manter uma escala laboral menor, o empreendedor quebra. Simples, assim!
     
    Uma mudança abrupta na jornada, ao meu ver, sem compensações estruturais (como isenção ou redução de tributos, só para citar uma possibilidade) pode desorganizar cadeias inteiras e favorecer (sublinho, insisto) a informalidade e o desemprego. Que incentivo, pergunto, será concedido ao pequeno negócio?
     
    O Brasil precisa, sim, avançar na agenda da produtividade – da simplificação tributária à modernização responsável das relações de trabalho. A discussão, no entanto, não pode ser movida por politização, por slogans, mas, sim, por impacto real sobre milhões de micro e de pequenos negócios que operam com margens apertadas e alto custo regulatório.
     
    Se queremos mais empregos, melhores salários e desenvolvimento econômico, precisamos fortalecer quem empreende no País. O equilíbrio é o caminho: proteger o trabalhador, sim — mas, também, garantir as condições para que o empreendedor continue abrindo portas todos os dias e não fortalecendo estáticas de mortalidade empresarial.
     
     Marco Vinholi large
     
     
    Marco Vinholi é diretor-técnico do Sebrae no estado de São Paulo; membro do Conselho de Inovação da Universidade de São Paulo (USP) e do Conselho Regional do Serviço Social da Indústria (Sesi); mestre em Gestão Pública, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV); mestre em Empreendedorismo, pela USP; pós-graduado em Liderança e Inovação, pela FGV; especialista em Comunicação, pela Harvard University (Estados Unidos); graduado em Administração de Empresas, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo; e organizador e autor dos livros “O Novo Municipalismo” (2021) e “Nova Regionalização de São Paulo – Governança, Participação e Financiamento”; foi deputado estadual e secretário de Estado de Desenvolvimento Regional do Governo de São Paulo

  • Banco Master e STF: o conflito entre a legalidade formal e a legitimidade moral

    Banco Master e STF: o conflito entre a legalidade formal e a legitimidade moral

     Paulo Serra
    O recente escândalo envolvendo o Banco Master e o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), recolocou no centro do debate público um tema estrutural do Estado brasileiro: a necessidade de códigos de conduta claros, objetivos e vinculantes para membros do Judiciário, especialmente para a Mais Alta Corte do País.
     
    A controvérsia não se limita à análise estrita da legalidade. Mesmo que determinada conduta não configure crime ou infração formal, há situações em que a mesma afronta princípios elementares da ética pública.
     
    No caso em questão, a discussão sobre vínculos financeiros com instituição que figura em processos sob relatoria do ministro evidencia um problema clássico do Direito Público contemporâneo: o conflito entre legalidade formal e legitimidade moral.
     
    No âmbito do Estado Democrático de Direito, a validade das decisões judiciais não decorre apenas da competência constitucional do órgão julgador. Ela depende, também, da confiança social na imparcialidade objetiva e subjetiva de seus membros. Quando um magistrado atua em processo envolvendo instituição com a qual mantém relações financeiras, ainda que posteriormente se declare impedido ou seja afastado, instala-se um dano institucional difícil de reparar.
     
    O Supremo, embora tenha normas internas e esteja submetido à Lei Orgânica da Magistratura, não dispõe de um código de conduta próprio, detalhado e publicamente estruturado nos moldes de Tribunais Constitucionais de outras Democracias consolidadas. A ausência de parâmetros objetivos sobre conflitos de interesse, investimentos financeiros, participações societárias e relações privadas de ministros abre margem para interpretações casuísticas – e, pior, para suspeitas recorrentes.
     
    O debate não deve ser personalizado, mas, sim, institucional. O problema não é apenas um ministro do STF ou um episódio específico. Trata-se de compreender que o desenho constitucional brasileiro, fundado na tripartição dos poderes, exige mecanismos efetivos de freios e contrapesos. Quando o Judiciário se apresenta como instância última de controle dos demais poderes, sua responsabilidade ética é redobrada.
     
    A inexistência de um código de ética robusto para ministros do Supremo fragiliza o sistema de accountability institucional. Em qualquer Democracia madura, conflitos de interesse são tratados preventivamente, com regras claras de transparência patrimonial, impedimentos automáticos e protocolos objetivos de afastamento. Não se trata de criminalizar relações privadas legítimas, mas de evitar que comprometam – ou aparentem comprometer – a neutralidade decisória.
     
    Além disso, escândalos envolvendo instituições financeiras e autoridades judiciais afetam a credibilidade do País, a segurança jurídica e a confiança do mercado. A leniência ou a percepção de impunidade em casos de potencial conflito de interesses corrói a autoridade moral do Judiciário e alimenta o descrédito nas instituições.
     
    É importante frisar: o fortalecimento de códigos de conduta não enfraquece o STF; ao contrário, o protege. Regulamentos não são instrumentos de perseguição, mas de blindagem institucional. Eles resguardam o magistrado de suspeitas e preservam a Corte de crises recorrentes de legitimidade.
     
    Em última análise, a credibilidade do Judiciário é um dos pilares da Democracia. Sem confiança na imparcialidade das decisões, se enfraquece o próprio pacto constitucional. E, em matéria de ética pública, prevenir é sempre mais eficaz, e menos custoso, do que remediar.
     
     Paulo Serra (2) medium
     
     
    Paulo Serra é especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito, também é 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB e presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo; foi prefeito de Santo André-SP de 2017 a 2024.

  • Prefeitura de Mauá altera itinerário de três linhas municipais de ônibus e cria novo atendimento para Avenida Cidade de Mauá

    Prefeitura de Mauá altera itinerário de três linhas municipais de ônibus e cria novo atendimento para Avenida Cidade de Mauá

    Mudança visa aperfeiçoar a operação de transporte público na cidade

    Para otimizar o sistema de transporte público municipal, a Prefeitura de Mauá realizará a partir do dia 28 de fevereiro, mudanças nos itinerários de três linhas municipais de ônibus. Os bairros que passarão pelas alterações são: Paranavaí, Cerqueira Leite e Nova Mauá.

    As modificações visam melhorar o fluxo das viagens entregando assim um serviço mais eficiente aos passageiros e, também a criação da Linha 76 – Cidade de Mauá / Centro, que irá atender a região.

    Confira abaixo os novos itinerários:

    71 – PARANAVAÍ / CENTRO

    Sentido Centro/Bairro: Terminal Central de Mauá, Praça 22 de Novembro, Av. Governador Mário Covas Jr., Av. Antônia Rosa Fioravanti, Retorno, Av. Antônia Rosa Fioravanti, Rua de Acesso, Rua da Pátria, Rua Castanheira, Rua Pau Brasil, Rua Imbuia, Rua Pau Brasil, Rua Jacarandá, Rua Peroba, Estrada Adutora do Rio Claro.

    Sentido Bairro/Centro: Rua Andirá, Rua Curitiba, Rua Avaí, Rua Cambé, Rua Rolândia, Rua Luis Polisel Estrada Adutora do Rio Claro, Rua Peroba, Rua Jacarandá Rua Pau Brasil, Rua Imbuia, Rua Pau Brasil, Rua Castanheira, Rua da Pátria, Rua de Acesso, Av. Antônia Rosa Fioravanti, Av. Governador Mário Covas Jr. e Terminal Central de Mauá

    75 – CERQUEIRA LEITE / CENTRO

    Sentido Centro/Bairro: Terminal Central de Mauá, Praça XX de Novembro, Av. Governador Mário Covas Jr., Av. Antônia Rosa Fioravanti, Retorno, Av. Antônia Rosa Fioravanti, Rua de Acesso, Av. Washington Luís, Rua José Cândido Cerqueira Leite, Rua Antônio Fausto Cirilo, Rua Senador Teotônio Vilela.

    Sentido Bairro/Centro: Av. Washington Luís, Rua dos Bandeirantes, Av. Barão de Mauá Rua Prefeito Ênnio Brancalion, Rua Luís Mariani, Av. Governador Mário Covas Jr. e Terminal Central de Mauá.

    76 – CIDADE DE MAUÁ

    Sentido Centro/Bairro: Terminal Central de Mauá, Praça XX de Novembro, Av.Governador Mário Covas Jr., Av.Antônia Rosa Foravanti, Retorno, Av.Antônia Rosa Foravanti, Rua de Acesso, Av.Washington Luís, Rua Luís Gonzaga Rei do Baião, Rua Prefeito Dorival Rezende da Silva, Rua Jair Ballo, Rua Antônio Soares Filho, Rua Onivaldo Vanderlei Dionísio, Rua Jair Ballo, Rua Jarda Ferreira dos Santos, Rua Vereador Antônio Polisel, Rua Geraldo Nunes Cordeiro, Rua Maria Boscariol Gabriele, Rua Gilberto Verdoliva, Rua Adele Biazon Polisel, Rua Paulo Gomes, Estrada Adutora do Rio Claro, Rua Vicentina Cardoso de Souza, Rua Francisco Alves de Oliveira, Av. Cidade de Mauá.

    Sentido Bairro/Centro: Av. Cidade de Mauá, Rua Francisco Alves de Oliveira, Estrada Adutora do Rio Claro, Rua Paulo Gomes, Rua Adele Biazon Polisel, Rua Jarda Ferreira dos Santos, Rua Vereador Antônio Polisel, Rua Geraldo Nunes Cordeiro, Rua Maria Boscariol Gabrielle, Rua Gilberto Verdoliva, Rua Jair Ballo, Rua Onivaldo Vanderlei Dionizio, Rua Antônio Soares Filho, Rua Jair Balo, Rua Prefeito Dorival Rezende da Silva, Rua Luís Gonzaga Rei do Baião, Av. Washington Luís, Rua dos Bandeirantes, Av. Barão de Mauá, Rua Prefeito Ênnio Brancalion, Rua Luís Mariani, Av. Governador Mário Covas Jr. e Terminal Central de Mauá.

  • Cultura de São Caetano recepciona alunos selecionados para curso de audiovisual com bolsa de estudos

    Cultura de São Caetano recepciona alunos selecionados para curso de audiovisual com bolsa de estudos

    Um grupo de 18 jovens de São Caetano do Sul, selecionados para participar de curso de audiovisual ministrado gratuitamente pelo Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias, com bolsa de estudos concedida pela Secretaria Municipal de Cultura (Secult), reuniu-se na noite desta quinta-feira (20/2) para receber as últimas instruções antes do início das aulas, na próxima segunda-feira, dia 23/2.

    Eles foram recepcionados pelo prefeito e pela secretária de Cultura, que celebraram a conquista dos alunos e enfatizaram a importância de que perseverem nos estudos. “O Instituto Criar está oferecendo 200 vagas desse curso para todo o Estado de São Paulo e apenas São Caetano conquistou 10% dessas vagas. Muitos dos alunos desse curso já saem com perspectivas de emprego no setor de audiovisual. Espero que vocês abracem essa chance e que se tornem plenamente realizados”, desejou o prefeito aos estudantes.

    “Essa é uma oportunidade sem igual. Além do curso de alta qualidade, estamos concedendo uma Bolsa Cultura, que é uma iniciativa inédita na cidade. Aproveitem; a Secretaria de Cultura vai ficar de portas abertas para ajudá-los. Essa é a casa de vocês”, declarou a secretária.

    FORMAÇÃO REMUNERADA – Os alunos foram selecionados dentre jovens moradores de São Caetano, com idades entre 17 e 24 anos, com renda per capita de até dois salários-mínimos, já formados no Ensino Médio ou se formando.

    Eles terão 10 meses de formação, com aulas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, no Instituto Criar, em São Paulo. O curso de audiovisual abrange conhecimentos de Animação, Assistência de Direção, Áudio, Fotografia, Produção, Pós-Produção, Roteiro, Direção de Arte (Figurino e Caracterização) e Direção de Arte (Cenografia).

    Para participar das aulas, totalmente gratuitas, foram contemplados com uma bolsa de estudos de R$ 1.804, além de auxílio-transporte. Os selecionados também terão alimentação garantida.

    “Quando soube desse curso, vi que não podia perder”, dizia Gabriel Zominham Gomes, 21 anos, um dos alunos selecionados pelo Instituto Criar. “É um sonho você estudar o que gosta e ainda ter perspectiva de emprego”, comentava Matheus Borges, 20 anos. Vitória Jesus da Cruz Bonfim, 22 anos, já começou a trabalhar com teatro experimental e quer acrescentar conhecimentos à formação. “Essa é uma área em que sempre quis me aprofundar. E com a bolsa de estudos, eu tenho garantia de conseguir fazer esse curso e, se possível, outros também”.

    SOBRE O PROJETO CRIAR – A Prefeitura de São Caetano aderiu ao programa CultSP PRO – Projeto Criar em outubro de 2025. O programa foi implementado pela Secretaria de Estado da Cultura, Economia e Indústria Criativas em parceria com o Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias.

    O Instituto Criar é uma ONG, fundada em 2003 pelo apresentador Luciano Huck, que promove capacitação de jovens de 17 a 20 anos em situação de vulnerabilidade social. Com sede em São Paulo, promove formação técnica e sociocultural, impactando mais de 2.300 jovens com educação e inserção profissional.

  • Terceira Idade de São Caetano inicia pré-inscrições dos cursos de espanhol e italiano para 2026

    Terceira Idade de São Caetano inicia pré-inscrições dos cursos de espanhol e italiano para 2026

    Com o objetivo de ampliar as oportunidades de aprendizado, convivência e estímulo cognitivo para a população idosa, a Prefeitura de São Caetano do Sul, em parceria com a Comtid (Coordenadoria Municipal da Terceira Idade) e a Escola Municipal de Idiomas Paulo Sergio Fiorotti, abre pré-inscrições para os cursos de espanhol e italiano.

    Os cursos são voltados aos frequentadores dos CISEs (Centros Integrados de Saúde e Educação) para o ano letivo de 2026.

    As pré-inscrições serão realizadas de forma escalonada, sendo nos dias 23 e 24/2, a partir das 8h, exclusivamente para pessoas com 80 anos ou mais, e nos dias 26 e 27/2, também a partir das 8h, para munícipes com 60 anos ou mais.

    Para participar é necessário estar previamente cadastrado em um dos CISEs e cada aluno poderá optar por apenas um idioma. A confirmação da inscrição será presencial, no CISE escolhido, no dia 27/2, das 8h às 16h. As aulas terão início em 2/3 e seguem até novembro. O material didático será de responsabilidade do aluno.

    As vagas são limitadas e o cadastro deve ser feito pelo portal: https://terceiraidade.saocaetanodosul.sp.gov.br. Mais informações pelo telefone: (11) 4233-7557.

  • Jardim Irene vai ganhar área de lazer com brinquedos inclusivos

    Jardim Irene vai ganhar área de lazer com brinquedos inclusivos

    Espaço ficará entre a Rua André Magini e a Avenida Maurício de Medeiros

    Depois de ser beneficiado com o Complexo Maurício de Medeiros, uma das maiores obras viárias e de drenagem da história de Santo André, o Jardim Irene será contemplado em breve com um espaço voltado ao lazer e à diversão da população, com a construção de um playground que conta, inclusive, com brinquedos adaptados.

    Localizado entre a Rua André Magini e a Avenida Maurício de Medeiros, o local terá caixa de areia, paisagismo e contará com balanço, escorregador, gira-gira, geodésica e outros brinquedos, que prometem entretenimento e distração às crianças.

    “Mais do que uma praça comum, este será um espaço com brinquedos inclusivos. Toda uma estrutura para trazer a criançada da região”, projetou o prefeito Gilvan Ferreira, em visita ao local.

    A área ainda contará com tubulações subterrâneas para auxiliar na drenagem, evitando o alagamento no fundo de residências localizadas ao lado do córrego. “A gente tem de pensar na cidade a longo prazo. Não adianta deixar tudo bonito na superfície, se no subterrâneo a água não tem caminho para passar e escoar”, destacou Gilvan.

    “Capricho e cuidado com Santo André. De ponto em ponto, em cada cantinho, estamos chegando”, finalizou o chefe do Executivo andreense.