Operação realizada em dois bairros resultou na descoberta de uma casa-bomba utilizada para abastecer quatro pontos de tráfico
A Guarda Civil Municipal (GCM) de Itaquaquecetuba, em conjunto com a Delegacia Central, realizou uma operação de combate ao tráfico de drogas na quinta-feira (22), que resultou na apreensão de 4.212 porções de entorpecentes em dois bairros do município. A ação ocorreu à tarde e se estendeu até a noite e teve como principal resultado a descoberta de uma casa-bomba utilizada para o armazenamento e a distribuição de drogas.
“Estamos intensificando o combate ao tráfico de drogas, com ações estratégicas e trabalho conjunto entre as forças de segurança. Cada apreensão representa um avanço para os bairros e na proteção das famílias. Vamos continuar investindo para garantir uma cidade cada vez mais protegida”, afirmou o prefeito Eduardo Boigues.
A principal ocorrência foi registrada em um imóvel no Recanto Mônica, que funcionava como ponto de armazenamento e distribuição de entorpecentes destinados a abastecer quatro pontos de venda de drogas na cidade. Durante a tentativa de abordagem, um suspeito conseguiu fugir do local.
No imóvel, as equipes localizaram 1.720 porções de crack, 1.629 de cocaína, 200 de haxixe, 200 de skank, 200 de maconha e 85 de drogas k, totalizando 4.034 unidades. Também foram apreendidos materiais utilizados para embalar os entorpecentes, uma balança de precisão, anotações relacionadas à contabilidade do tráfico e documentos que poderão auxiliar a Polícia Civil na identificação dos envolvidos.
A segunda apreensão ocorreu na região da antiga Kaplas, no Jardim Valparaíso. As equipes encontraram 178 porções de drogas, sendo 71 de crack, 54 de cocaína e 53 de maconha. Somadas, as duas ocorrências resultaram na retirada de circulação de 4.212 porções de entorpecentes.
“O combate ao tráfico exige planejamento com presença constante das forças de segurança. A identificação de um imóvel utilizado para abastecer quatro pontos de venda de drogas representa um resultado importante. Vamos continuar fortalecendo essa parceria para combater a criminalidade e ampliar a tranquilidade da população”, destacou o secretário de Governo e Tecnologia, Marcello Barbosa.
As ocorrências foram encaminhadas à Polícia Civil, que dará continuidade às investigações para identificar os responsáveis pelo armazenamento e pela distribuição dos entorpecentes. A população pode colaborar com o trabalho por meio de denúncias pelos telefones 153, (11) 4753-1108/1421/1274 ou (11) 4642-4659.
Braskem amplia atuação social em São Paulo com apoio à produção de próteses mamárias para mulheres mastectomizadas Parceria com a Associação Rosa Mulher prevê doação de 200 kg de polietileno verde; iniciativa dá continuidade às ações da companhia para promover autoestima e qualidade de vida
No mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, a Braskem amplia sua atuação social em São Paulo por meio de uma parceria com a Associação Rosa Mulher, localizada em São Mateus, na zona leste da capital paulista. A companhia está em processo de formalização de uma doação de 200 kg de polietileno verde, matéria-prima que será utilizada na produção de cerca de 650 próteses mamárias externas destinadas a mulheres que passaram por mastectomia.
A iniciativa integra as ações relacionadas ao Outubro Rosa e reforça o compromisso da Braskem com o desenvolvimento de soluções que contribuam para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A expectativa é que, em breve, seja realizado um evento simbólico para marcar o início da parceria, enquanto são concluídos os trâmites necessários para a efetivação da doação.
A utilização do polietileno verde na produção das próteses conecta a atuação da indústria química a uma necessidade social concreta. Mais do que fornecer matéria-prima, a iniciativa contribui para ações de acolhimento de mulheres que passaram por uma etapa delicada do tratamento do câncer de mama, apoiando o bem-estar, a autoestima e a retomada da rotina.
“Quando conseguimos conectar a nossa atuação industrial a uma necessidade concreta das pessoas, mostramos, na prática, o potencial transformador da química e do plástico. Essa parceria com a Associação Rosa Mulher reforça justamente esse propósito: a resina que produzimos ganha uma nova aplicação e passa a contribuir para uma iniciativa que apoia mulheres que passaram por um momento tão delicado. Para nós, é uma forma concreta de exercer nosso compromisso com a inclusão social e com as comunidades onde estamos presentes”, afirma Thais Romar Minelli Rodrigues, coordenadora de Relações Institucionais da Braskem Sudeste.
A parceria dá continuidade a uma frente de atuação da Braskem no estado. Em março deste ano, a companhia realizou a doação de 300 kg de polietileno ao Grupo Viva Melhor, em Santo André, no ABC Paulista, para a produção de aproximadamente 1.000 próteses mamárias externas, destinadas gratuitamente a mulheres mastectomizadas. A confecção segue as especificações técnicas estabelecidas pelo Oncocentro.
As iniciativas evidenciam a importância da colaboração entre a iniciativa privada e as organizações da sociedade civil para fortalecer redes de acolhimento e apoiar mulheres durante o processo de recuperação. Nesse contexto, a aplicação das resinas plásticas na área da saúde demonstra como os materiais desenvolvidos pela indústria podem contribuir para atender necessidades concretas da sociedade.
O Outubro Rosa também representa uma oportunidade para ampliar o olhar sobre os desafios enfrentados pelas mulheres ao longo do tratamento e da recuperação do câncer de mama. Além da prevenção e do diagnóstico precoce, o acolhimento e o acesso a recursos que favoreçam o bem-estar e a qualidade de vida são aspectos importantes dessa jornada.
Com as parcerias em São Paulo, a Braskem reforça seu compromisso com as comunidades onde atua e com o desenvolvimento de iniciativas que transformam soluções da química e do plástico em oportunidades de impacto positivo para a sociedade.
A presente propositura tem por finalidade prestar justa e merecida homenagem à Senhora, 3° Sargento PM Rosangela Reismann, nascida em 17 de dezembro de 1975, policial militar que dedicou mais de três décadas de sua vida à proteção da sociedade, construindo uma trajetória profissional marcada pela disciplina, coragem, responsabilidade, comprometimento e respeito à instituição que escolheu servir.
Em 11 de Agosto de 2026, após 31 anos de serviços prestados à Polícia Militar do Estado de São Paulo, a homenageada passou para inatividade encerrando um importante ciclo de sua vida profissional. A passagem para a inatividade representa não apenas o término formal de uma carreira, mas a conclusão de uma história construída diariamente por meio do cumprimento do dever, da dedicação ao próximo e da disposição permanente para servir e proteger.
Sua trajetória na Polícia Militar teve início em 15 de maio de 1995, quando foi recepcionada pela então Capitão Feminino PM Montagher, Comandante do Gabinete de Instrução — GI-CPFEM. Naquele ambiente, que a própria homenageada reconhece como uma verdadeira escola de vida recebeu os ensinamentos fundamentais que moldaram sua postura profissional, fortaleceram seus valores e consolidaram sua vocação para a carreira policial militar.
Após concluir sua formação, no ano de 1996, apresentou-se no 6º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano — 6º BPM/M, em São Bernardo do Campo, onde permaneceu até o ano de 2015. Foram quase duas décadas de intenso aprendizado, amadurecimento profissional e atuação em uma atividade que exige coragem, equilíbrio, preparo e permanente compromisso com a sociedade.
No ano de 2015, em razão dos problemas de saúde de seu pai, solicitou transferência para o 24º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano — 24º BPM/M, unidade responsável pelo policiamento ostensivo do Município de Diadema. Desde então, passou a integrar a história da segurança pública municipal, contribuindo diretamente para a proteção dos moradores e para o fortalecimento da relação entre a Polícia Militar e a comunidade diademense.
Além de sua exemplar dedicação à carreira policial, a trajetória da 3° Sargento PM Rosangela Reismann também é marcada pelo profundo amor, respeito e compromisso com sua família. Filha da Senhora Maria das Graças Nascimento e do Senhor João Reismann, já falecido, a homenageada encontrou em seus pais os valores, os ensinamentos e o alicerce necessários para enfrentar os desafios de uma profissão que exige coragem, equilíbrio e constantes renúncias.
O vínculo com seus pais sempre ocupou lugar especial em sua vida. A decisão de solicitar sua transferência para o Município de Diadema, no ano de 2015, em razão dos problemas de saúde de seu pai, demonstra que, mesmo diante das responsabilidades impostas pela atividade policial, jamais deixou de reconhecer a importância do cuidado, da presença e da gratidão familiar. A memória de seu pai, João Reismann, permanece como parte de sua história, de seus princípios e da força que a acompanhou durante a carreira.
Como mãe de Gustavo Reismann Silverio, soube conciliar as exigências e os riscos da atividade policial militar com as responsabilidades da maternidade. Ao longo de sua caminhada, dividiu-se entre a missão de proteger a sociedade e a missão de cuidar, orientar e transmitir valores ao filho, oferecendo-lhe amor, presença, exemplo e segurança.
Conciliar a maternidade com uma carreira policial de mais de três décadas representa uma conquista que merece especial reconhecimento. Foram anos de escalas, jornadas prolongadas, preocupações e renúncias pessoais, enfrentados sem abandonar o compromisso com a família. Sua dedicação demonstra que a força apresentada no exercício da profissão também esteve presente dentro de seu lar, onde exerceu papel fundamental como filha e mãe.
A família foi seu ponto de apoio nos momentos difíceis, sua motivação diante dos desafios e parte essencial de cada conquista alcançada. O encerramento de sua trajetória profissional também deve ser compartilhado com aqueles que estiveram ao seu lado durante essa caminhada, suportando ausências, compreendendo as exigências da profissão e oferecendo o amparo necessário para que pudesse cumprir sua missão com honra.
O exercício da atividade policial militar envolve riscos permanentes e exige de seus profissionais a disposição de colocar a própria segurança em segundo plano para proteger pessoas que, muitas vezes, sequer conhecem. Ao longo de sua carreira, a 3° Sargento PM Rosangela Reismann desempenhou essa missão com dedicação, comprometimento e profundo amor pela profissão, honrando a gloriosa farda cinza bandeirante e os valores institucionais da Polícia Militar.
Sua caminhada foi marcada por alegrias, desafios, aprendizados, frustrações e superações, comuns a uma carreira tão exigente. Entretanto, acima de todas as dificuldades, prevaleceu o sentimento de dever cumprido e a certeza de ter atuado com honestidade, respeito, dedicação e o sincero desejo de oferecer o seu melhor à instituição e à população.
A homenageada também reconhece a importância das pessoas que contribuíram para sua formação e desenvolvimento profissional, registrando sua gratidão ao Tenente PM Gonçalves, Tenente PM Clóvis, Capitão PM Telles, Capitão PM Milton Alves, Coronel PM Soffner, Tenente Coronel PM Anderson Barbosa Casado, Coronel PM Vlamir, Coronel PM Ullmann, Major PM Laércio e à sua amiga pessoal Coronel PM Viviane Cristina Santana e Tenente Coronel PM Ana Paula Petter Salles, atual Comandante do 24⁰ Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, além de todos os policiais militares com quem teve a honra de trabalhar.
Essa demonstração de gratidão revela que sua história não foi construída de maneira isolada, mas por meio da convivência, do companheirismo, da confiança, dos ensinamentos e dos vínculos desenvolvidos ao longo de mais de três décadas de serviço público.
Ao passar para a inatividade, a 3° Sargento Rosangela Reismann encerra uma carreira, mas preserva consigo os princípios que nortearam sua vida profissional e familiar. A Polícia Militar representou sua segunda casa, sua escola e sua missão de vida, enquanto sua família permaneceu como seu porto seguro, sua fonte de inspiração e a base que sustentou cada etapa de sua caminhada.
A passagem para a inatividade não apaga a história construída, tampouco diminui a relevância dos serviços prestados. A farda poderá permanecer guardada, mas os valores de lealdade, disciplina, honra, responsabilidade, amor à família e respeito à vida continuarão presentes em sua trajetória pessoal.
Como afirmou a própria homenageada ao concluir esse importante capítulo de sua vida:
“A farda não mais vestirá o meu corpo, mas continuará, para sempre, vestindo a minha alma.”
Após concluir sua formação, no ano de 1996, apresentou-se no 6º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano — 6º BPM/M, em São Bernardo do Campo, onde iniciou sua trajetória operacional e adquiriu importantes experiências profissionais.
A partir de fevereiro de 2005, passou a atuar junto ao 40º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano — 40º BPM/M, unidade na qual permaneceu até o ano de 2015. Durante aproximadamente dez anos, desempenhou suas funções com dedicação, disciplina e comprometimento, contribuindo para a segurança pública e acumulando relevantes aprendizados ao longo de sua carreira.
No ano de 2015, em razão dos problemas de saúde de seu pai, solicitou transferência para o 24º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano — 24º BPM/M, unidade responsável pelo policiamento ostensivo do Município de Diadema. Desde então, passou a integrar a história da segurança pública municipal, contribuindo diretamente para a proteção dos moradores e para o fortalecimento da relação entre a Polícia Militar e a comunidade diademense.
Profissionais do CAvPM contam como o preparo, o trabalho em equipe e a segurança são essenciais nas missões de resgate e salvamento
O trabalho do piloto do Comando de Aviação da Polícia Militar (CAvPM) vai muito além de conduzir uma aeronave. A cada missão, eles precisam avaliar as condições da ocorrência, planejar o voo e garantir a segurança da tripulação e das pessoas atendidas. Neste 23 de outubro, Dia do Aviador, profissionais do helicóptero Águia, da Polícia Militar de São Paulo, contam os desafios e as responsabilidades de quem atua diariamente em operações de resgate e salvamento.
“Cada missão exige preparo, atenção e trabalho em equipe. Faço parte dessa rotina desde 2023, quando passei a atuar como copiloto do helicóptero Águia”, conta a tenente Larissa Aguiar.
A preparação para as missões também envolve cuidados com a segurança de voo, que incluem o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como o macacão com tecido antichama, que oferece proteção em caso de acidente. Reuniões e orientações antes das missões também fazem parte dos cuidados adotados pela equipe, assim como a atenção às condições necessárias para a realização de cada voo.
O trabalho não se restringe aos pilotos e aos demais profissionais que estão a bordo das aeronaves. Mecânicos, médicos, enfermeiros e equipes de apoio em solo também são fundamentais para o funcionamento do serviço.
Em 2026, o CAvPM completou 42 anos de atuação sob o lema “voar para servir”. Nos nove primeiros meses do ano, realizou 27 salvamentos terrestres, atendeu a 38 ocorrências de busca, realizou 419 resgates e fez oito remoções aeromédicas.
“Estar no ar é ter uma missão e um propósito. Quando decolamos, é porque alguém realmente precisa de nós”, afirma a tenente Larissa Aguiar. A vocação pela aviação surgiu quando ainda trabalhava no policiamento de rua e percebeu a importância do apoio aéreo nas ocorrências. Desde 2023, ela atua como copiloto do helicóptero Águia e participa diretamente das missões que antes acompanhava em solo.
O apoio aéreo é acionado em diferentes situações, desde o suporte às equipes policiais até o atendimento de resgates e salvamentos. A atuação do CAvPM abrange todo o Estado e inclui missões policiais, aeromédicas e de apoio a outras unidades.
“Ser aviador é uma vocação, uma honra e uma dádiva, porque temos a oportunidade de ajudar as pessoas e fazer a diferença na vida delas. Era um sonho de infância”, conta o capitão Marcelo Montenegro, que integra o CAvPM há 20 anos e pilota o Águia há 14.
A responsabilidade aumenta diante das particularidades de cada ocorrência. A falta de informações sobre o local, a gravidade da situação e a quantidade de vítimas pode dificultar o planejamento da missão, especialmente quando é necessário pousar em áreas de difícil acesso.
“Quando temos uma ocorrência, sabemos que existe uma pessoa precisando da gente. Então, viramos uma chave e fazemos o nosso melhor, porque sabemos que nossa atuação pode fazer a diferença. Precisamos agir com rapidez, mas também com o máximo de precisão técnica para realizar o pouso com segurança e permitir o atendimento da vítima”, explica o capitão.
Mesmo diante da preocupação com quem precisa de ajuda, a equipe deve manter a atenção aos procedimentos técnicos e às condições do voo. A escolha do local de pouso e a segurança da tripulação e das vítimas são prioridades durante toda a operação.
Muitas vezes, a população percebe a presença do Águia apenas ao ouvir o som da aeronave, sem conhecer a preparação diária das equipes em solo e no ar.
“Por trás de cada missão, há profissionais que trabalham em conjunto para chegar aonde o socorro é necessário e oferecer atendimento no menor tempo possível, sempre com segurança”, completa o capitão.
Em encontro, parlamentar alinha alternativas para manter policiamento, garantir melhores condições de trabalho e destaca intensificação tecnológica
Atenta às recentes repercussões e à preocupação levantada por moradores e comerciantes sobre a incerteza em torno de módulos e bases de segurança em Santo André, a deputada estadual Ana Carolina Serra reuniu-se nesta quinta-feira, 22, com o alto comando da Polícia Militar na região. O encontro ocorreu na sede do Comando de Policiamento de Área Metropolitana 6 (CPA/M-6), na Vila Guiomar, onde a parlamentar foi recebida pelo comandante do CPA/M-6, coronel PM Fernando Carvalho Ricardo, e pela major PM Graziela, em uma agenda pautada pela transparência e diálogo.
Durante a reunião, tratou-se de forma detalhada sobre a realidade estrutural dos pontos de atendimento. Ficou esclarecido que a atual base localizada nas imediações da Estação Celso Daniel, cujo imóvel pertence ao DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), encontra-se em condições físicas insatisfatórias, sem ventilação adequada, sem sanitários apropriados e sem o suporte estrutural necessário para o atendimento digno à população e aos policiais que ali atuam. Diante desse cenário, a prioridade é a busca por um novo local na região que ofereça plenas condições de trabalho e acolhimento tanto para a população quanto para os policiais.
No entanto, o comando assegurou um ponto fundamental: a base da Praça do Carmo não irá fechar, mantendo-se ativa e estratégica para a segurança do centro da cidade.
Patrulhamento intensificado, tecnologia e apoio da GCM Durante a reunião, ficou evidente que a região não sofrerá desassistência. O patrulhamento ostensivo tem sido intensificado com viaturas, contando com o apoio fundamental da Guarda Civil Municipal (GCM), além da adoção de aparato tecnológico, monitoramento por câmeras e circuitos integrados de segurança para coibir a criminalidade e garantir respostas rápidas.
Preocupada com entregas práticas, a deputada destacou a importância da parceria e da escuta ativa junto às forças de segurança. “Sempre acreditei que problema se resolve com ação, não com discurso. Agradeço imensamente a sensibilidade, o profissionalismo e a abertura do coronel Carvalho e da major Graziela em nos receber para debatermos o futuro das nossas bases”, afirmou Ana Carolina apos o encontro. “Estamos trabalhando lado a lado, com diálogo e responsabilidade, para garantir que o policial tenha um espaço digno de trabalho e que o cidadão andreense tenha a tranquilidade que merece, somando esforços com a GCM, tecnologia e patrulhamento”, destacou.
Ação será realizada nos dias 28 e 29 de outubro, no Paço Municipal, com atendimento aos consumidores para regularização de contas em atraso
O Procon Santo André realiza, nos dias 28 e 29 de outubro (quarta e quinta), das 9h às 16h, uma nova edição do mutirão de renegociação de dívidas, desta vez voltado a consumidores que possuem débitos com Enel e Sabesp. A ação será realizada no Paço Municipal, na Praça IV Centenário, e tem como objetivo facilitar a renegociação de consumidores andreenses com as concessionárias de serviços essenciais.
Durante o mutirão, os consumidores poderão negociar contas em atraso, esclarecer dúvidas e conhecer alternativas de acordo, parcelamento e regularização das pendências. O atendimento será individualizado, com a participação direta das concessionárias e a intermediação e orientação do Procon, que buscará contribuir para negociações transparentes e compatíveis com a realidade financeira de cada família.
O prefeito Gilvan Ferreira destaca a importância de aproximar os serviços públicos da população e oferecer alternativas para momentos de as dificuldades financeiras. “Nosso compromisso é trabalhar para melhorar a vida das pessoas, criando oportunidades para que as famílias resolvam suas pendências com mais facilidade e segurança. Essa parceria com a Enel e a Sabesp fortalece a defesa do consumidor e amplia o acesso a soluções que ajudam a preservar o orçamento doméstico”, afirma.
Para participar, os consumidores interessados devem comparecer ao Paço Municipal, na Praça IV Centenário, nos dias 28 ou 29 de outubro, das 9h às 16h, levando documento oficial com foto (RG ou CNH), CPF e uma conta de água ou energia elétrica vinculada à dívida que desejam renegociar. Também é recomendável apresentar as faturas em atraso e, se possível, documentos ou comprovantes que auxiliem na análise da situação financeira e na negociação das condições de pagamento.
“O mutirão é uma oportunidade para que os consumidores regularizem suas dívidas de água e energia elétrica com condições adequadas à sua realidade financeira. Nosso objetivo é facilitar o diálogo, promover acordos justos e contribuir para o equilíbrio financeiro das famílias”, afirma a diretora do Procon Santo André, Aline Romanholli.
Equipe joga em casa nesta quarta (21), às 19h, no Ginásio Sumiyoshi Nakaharada; partida terá transmissão ao vivo pelo YouTube
O Vôlei Mania Itaquá tem um compromisso decisivo nesta quarta-feira (21), diante do Praia Grande, pelo segundo jogo das quartas de final do Campeonato Paulista Sub-21. A partida será disputada às 19h, no Ginásio Municipal Sumiyoshi Nakaharada, em Itaquaquecetuba, e pode definir o futuro da equipe na competição estadual. Diante da torcida, o time busca um resultado positivo para seguir na briga por uma vaga na semifinal.
A partida marca mais um momento importante para o voleibol de base do município, que ganha espaço no cenário estadual e proporciona aos jovens atletas a oportunidade de competir em alto nível. Além dos resultados em quadra, a participação no campeonato contribui para o desenvolvimento técnico dos jogadores e fortalece o trabalho de formação esportiva realizado na cidade.
“O esporte é uma ferramenta importante de formação e desenvolvimento. Nosso objetivo é dar suporte aos atletas, fortalecer o voleibol em Itaquá e criar oportunidades para que esses jovens continuem evoluindo e representando o município em grandes competições”, afirmou o secretário de Esportes e Lazer, Fabiano Novais.
Com o fator casa a seu favor, o Vôlei Mania Itaquá também conta com o apoio da torcida para transformar a energia das arquibancadas em incentivo dentro de quadra. Em uma fase eliminatória, cada ponto ganha ainda mais importância e a presença do público pode ser um diferencial para a equipe na busca pela classificação.
“Convidamos a população a comparecer ao ginásio e apoiar nossos atletas neste momento decisivo. A torcida tem um papel importante para incentivar a equipe e mostrar que Itaquá está junto de quem representa a cidade no esporte”, destacou o secretário de Governo e Tecnologia, Marcello Barbosa.
Quem não puder acompanhar o confronto presencialmente poderá assistir à transmissão ao vivo pelo canal www.youtube.com/@centralesporteitaqua. “O Vôlei Mania Itaquá representa o talento, a dedicação e o potencial dos nossos jovens. Seguimos trabalhando para fortalecer o esporte e incentivar novos atletas para que levem o nome da cidade cada vez mais longe”, finalizou o prefeito Eduardo Boigues.
Longe dos grandes holofotes, um trabalho silencioso vem formando não só atletas, mas cidadãos em Mauá.
É o da Associação de Judô Mauá, que hoje é referência na grande São Paulo.
A Associação leva o judô para crianças e jovens que muitas vezes não tem acesso ao esporte. Atualmente, o trabalho é dividido entre a formação de base e o alto rendimento.
Nas aulas, os alunos aprendem desde os primeiros fundamentos – respeito, disciplina, queda e postura – até técnicas avançadas de luta em pé e de solo, o ne-waza. O resultado desse trabalho já cruzou fronteiras.
Em competição internacional no Québec Open, no Canadá, a Associação inscreveu 17 atletas da base e conquistou 12 medalhas, um aproveitamento de 70% contra atletas dos Estados Unidos, França, Canadá e Congo.
À frente das aulas todos os professores tem experiência em competições nacionais e internacionais. Para eles, a medalha é consequência, não o objetivo final.
“A estrutura é espetacular, mas o mais importante é ver a evolução e a segurança que eles ganham. Formamos campeões no tatame e cidadãos exemplares na sociedade”, completa a sensei, Jéssica Amaral.
Sob a gestão do presidente Marcos Arazin, a Associação vive nova fase, com foco na expansão dos polos, com objetivo de novos talentos e participação em circuitos estaduais, nacionais e internacionais.
Mais do que ensinar a derrubar o adversário, o judô em Mauá tem ensinado a levantar, cair, respeitar e persistir.
Um trabalho que começa no bairro e pode chegar ao mundo.
Endereço: R. Santa Bárbara do Oeste, 48 – Jardim Haydee, Mauá – SP
Incompetência assumida Entre pneus furados, ovos estourados e nós de gravata tortos, a gente descobre que ninguém precisa saber fazer tudo para sustentar um currículo respeitável.
Morando na chácara, todo mundo assume automaticamente que eu sou uma espécie de homem do campo versátil, capaz de consertar cerca, trocar pneu e identificar problema de motor só pelo barulho. A verdade, que eu escondo com uma competência de ator, é que eu não sei fazer quase nada disso. Quando o pneu fura eu ligo pro seguro, rezando pra ninguém passar de carro e ver a cena. Cerca eu chamo alguém. Motor eu nem finjo que entendo, só balanço a cabeça sério quando o mecânico explica, torcendo pra ele não perguntar minha opinião de volta.
Resolvi então fazer um levantamento honesto do meu currículo de incompetências domésticas, porque escrever sobre vulnerabilidade emocional é fácil, mas confessar que não sei fazer nó de gravata decente aos quarenta anos exige uma coragem diferente. Faço nó torto, sempre curto de um lado, e resolvo isso com o truque infalível de deixar o paletó fechado. Entendo de vinho o suficiente pra dizer “esse aqui é redondinho” e nada além disso, o que já rendeu silêncios constrangedores em jantar com gente que sabe mesmo do assunto. Até porque falar que você não bebe em alguns círculos parece equivalente a anunciar uma doença contagiosa.
O item mais vergonhoso da lista é o seguinte: eu, que escrevo sobre sentimento pra viver, ainda erro na hora de fazer um ovo frito sem furar a gema, uma taxa de sucesso baixa o suficiente pra virar piada recorrente em casa. O John já desistiu de me deixar fritar ovo sozinho quando tem visita. Cozinhar, então, ele nem se atreve a deixar. Eu aceito a aposentadoria antecipada com dignidade.
O motivo de eu estar contando isso não é só pra rir de mim mesmo, embora isso já valha o texto. É porque reparei que a gente gasta uma energia enorme mantendo a imagem de gente que dá conta de tudo, e essa imagem custa caro justamente porque é mentira em algum ponto. Todo mundo tem currículo de incompetência guardado na gaveta, junto com o currículo de verdade que a gente mostra pra empresa e pra internet. O meu só tem mais item de cozinha e menos item de planilha, mas a gaveta é a mesma de todo mundo.
E da próxima vez que alguém confessar, sem graça, que não sabe fazer alguma coisa básica, eu prefiro lembrar dessa lista minha antes de estranhar. Tem gente por trás de currículo impecável que não sabe fritar ovo, fazer nó de gravata nem trocar pneu sem chamar o seguro. Alguns até escrevem coluna pra quarenta jornais. Citando nomes, não, mas fica a suspeita. Enrico Pierro é escritor e colunista, autor de Duas da manhã. Leia outras crônicas em enricopierro.com.br
Dois homens foram detidos pela GCM (Guarda Civil Municipal) no Bairro Oswaldo Cruz, na terça-feira (20/10), suspeitos de aplicarem golpes com cartões bancários. Eles foram presos com auxílio do Smart Sanca – Centro de Inteligência, Segurança e Emergências da Prefeitura de São Caetano do Sul, e portavam 139 cartões de pagamento clonados no momento da abordagem.
Por estar ligado a práticas criminosas, o Hyundai HB20 em que estavam foi identificado por câmeras do sistema de videomonitoramento assim que entrou na cidade. Com as características do veículo repassadas às forças de segurança em patrulhamento, a dupla foi detida na Rua Silvia por agentes da Rotam (Rondas Táticas com Apoio de Motocicletas).
Durante a abordagem, foram apreendidos cartões bancários e três celulares. Os homens admitiram que utilizavam os cartões para aplicar golpes.
Os indivíduos foram levados à Delegacia Sede de São Caetano do Sul, onde foi constatado que já eram investigados pelo mesmo golpe. Eles permaneceram presos e à disposição da Justiça. Os cartões e os celulares foram apreendidos, juntamente com o veículo, que foi levado ao pátio municipal da GCM.
GOLPE PRATICADO
Segundo a polícia, os suspeitos praticavam o chamado golpe da troca de cartão. Circulando de carro pela cidade, eles se passavam por vendedores ambulantes e ofereciam frutas, panos de limpeza e outros produtos a pedestres.
Quando a vítima decidia comprar e pagar com cartão, os golpistas simulavam um problema na maquininha e, num momento de distração, trocavam o cartão verdadeiro por outro parecido, geralmente da mesma bandeira.
Em seguida, devolviam o cartão falso alegando que o pagamento não tinha sido concluído. Com o cartão original em mãos, faziam compras e outras transações futuras em nome da vítima.
A GCM traz algumas dicas para se proteger do golpe da troca de cartão:
Desconfiar de vendedores que insistem no pagamento com cartão, especialmente em abordagens na rua ou de carro;
Não entregar o cartão na mão de ninguém: o próprio dono deve inserir ou aproximar o cartão na maquininha;
Conferir o valor no visor antes de digitar a senha e cobrir o teclado ao digitá-la;
Ao receber o cartão de volta, verificar se é o mesmo (nome, números finais, cor);
Se a transação “não passar”, é preferível desistir da compra ou pagar de outra forma;
Ativar as notificações de compra no aplicativo do banco para perceber qualquer movimentação estranha;
Se cair no golpe, é necessário bloquear o cartão imediatamente pelo app ou central do banco e registrar boletim de ocorrência;
Em São Caetano, a GCM pode ser acionada pelo 0800 7000 156.