Muralha Paulista identifica foragido por estupro no metrô de São Paulo

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Homem foi preso nas imediações do Terminal Rodoviário da Barra Funda após acionamento da Polícia Militar

Um homem de 37 anos procurado pelo crime de estupro foi preso nesta terça-feira (5) pela Polícia Militar nas imediações do Terminal Rodoviário Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. Ele foi identificado pelo programa Muralha Paulista circulando na estação Palmeiras-Barra Funda, da Linha 3-Vermelha.
 
O sistema de videomonitoramento emitiu o alerta após identificar o suspeito por meio do reconhecimento facial. A consulta indicou que o homem tinha um mandado de prisão em aberto emitido em 14 de abril. Os policiais militares que estavam nas imediações foram acionados e conseguiram deter o homem.
 
Conforme a Secretaria da Segurança Pública, o homem havia sido condenado no estado de Sergipe. Ele cumpriu parte da pena, mas estava foragido da Justiça.
 
Os policiais conduziram o suspeito à Delegacia de Polícia do Metropolitano, onde a ocorrência foi registrada como captura de procurado. 
 
A ação é resultado da integração entre a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e a Secretaria de Transportes Metropolitanos (STM), que, por meio do sistema de monitoramento do Metrô e do programa Muralha Paulista, amplia a capacidade de identificação de indivíduos com pendências judiciais em áreas de grande circulação. O uso da tecnologia permite respostas rápidas e maior eficiência no trabalho policial, contribuindo para a retirada de foragidos das ruas.
 
Em 15 abril, outro procurado da Justiça foi preso na estação Palmeiras-Barra Funda após ser identificado pelas câmeras de monitoramento. O programa Muralha Paulista indicou que o suspeito que circulava pela estação tinha um mandado de prisão em aberto pelo crime de roubo.
 
Muralha Paulista
 
O programa Muralha Paulista opera câmeras interligadas, distribuídas entre leitores de placas, equipamentos de reconhecimento facial e dispositivos de monitoramento em tempo real. A rede integra câmeras e sensores de órgãos públicos e privados a bases de dados e indicadores de localização, ampliando a capacidade de análise e resposta das forças policiais, operacionais e especializadas.
 
As câmeras do Muralha Paulista cruzam informações com o Banco Nacional de Mandados de Prisão e utilizam reconhecimento facial para identificar automaticamente foragidos da Justiça. Também contribuem para monitorar e ajudar a organizar o trânsito, localizar pessoas desaparecidas e veículos furtados ou roubados por meio da leitura e análise de placas.
 
A tecnologia restringe rotas de fuga, dificulta a movimentação dos criminosos e aumenta a capacidade de resposta das forças de segurança. Uma vez identificados e presos, os autores deixam de reincidir nesses tipos de crimes.

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