
IBISC arquiteta temporada 2026 de alto nível para o Projeto Futuro Paralímpico
Após conquistar 83 medalhas em 2025, projeto aposta ainda mais na evolução esportiva e no impacto social para este ano
O Projeto Futuro Paralímpico, desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Inclusão Sociocultural (IBISC), inicia a temporada 2026 com expectativas elevadas e clima de confiança. O otimismo é resultado direto do desempenho alcançado ao longo de 2025, ano em que atletas ligados ou embaixadores da instituição conquistaram 83 medalhas em competições regionais, estaduais e nacionais, consolidando o projeto como uma das principais referências do paradesporto na região do ABC Paulista.

Com sede em Mauá e formado por paratletas que residem ou treinam na cidade, o IBISC encerrou a última temporada em evidência no Campeonato Brasileiro Paralímpico de Atletismo. Destaques para os embaixadores Leandro de Oliveira Viana (campeão dos 200m - com recorde Sub-23 -, campeão do salto em distância, vice-campeão dos 100m e 5º lugar no arremesso de peso) e Vanessa Caetano Alves (campeã no arremesso de peso).
Também tiveram bons resultados Josefa Tamires Nunes (bronze no arremesso de peso), Lucas Januário (bronze no arremesso de peso e bronze no lançamento), Tainá Araújo Lima (5º lugar no salto em distância), Ana Flávia Floriano (bronze no salto em distância e 6º lugar nos 100m), e Enayra Vitória, 6º lugar nos 1.500m - esta última que treina no núcleo da equipe em Mauá.
O bom desempenho coletivo foi reconhecido também fora das pistas: o técnico Walter Agripino recebeu premiação pelo resultado somado de seus atletas na competição, coroando um trabalho pautado em planejamento, inclusão e desenvolvimento humano.
Para o treinador, 2025 representou um marco importante, mas serviu principalmente como base para voos ainda mais altos. “Essa foi minha segunda melhor temporada como treinador, porque a melhor será 2026”, afirma Agripino, projetando um ano de evolução técnica e ampliação de resultados expressivos.
Além do rendimento esportivo, o Projeto Futuro Paralímpico reforça seu papel social por meio da atuação dos embaixadores do IBISC, que vão além do ambiente competitivo. “Os embaixadores exercem papel social relevante, participando de palestras, visitas a escolas e ações comunitárias que incentivam o esporte paralímpico e inspiram talentos”, destaca o treinador.
O vínculo com a cidade de Mauá e com a região do ABC é apontado como um dos pilares do projeto. Segundo Agripino, cada conquista individual representa também uma vitória coletiva. “Quando um atleta da nossa cidade se destaca, Mauá e o ABC sobem no pódio com ele”, ressalta.
Para o CEO do IBISC, Vlademir Pereira da Silva, as expectativas para 2026 vão além de medalhas e resultados esportivos. “O IBISC é uma fonte de transformação, onde a educação, o esporte e a cultura se unem como poderosas ferramentas para moldar um futuro mais justo e igualitário. Nós acreditamos que cada aula, cada jogo e cada expressão cultural são passos em direção a um mundo onde a desigualdade social é apenas uma lembrança do passado”, afirma o dirigente. Segundo ele, o Projeto Futuro Paralímpico simboliza essa missão ao oferecer oportunidades, formar cidadãos e inspirar novas gerações por meio do esporte. "Entramos em 2026 determinados a transformar expectativa em resultados, mantendo o compromisso com a inclusão sociocultural e o fortalecimento do esporte paralímpico brasileiro", finalizou.









